A questão não está no lugar onde se frequenta, mas na forma de relação entre as pessoas.
Só se aprende a ter discernimento, quem quer viver de forma agradável a Deus, seguindo a
Jesus. Não podemos medir nossos valores espirituais pessoais pela opinião dos outros; precisamos
redescobrir um padrão de vida aonde possamos agir como o próprio Deus, que pelo sacrifício pessoal
libertou vidas.
Geralmente o sistema religioso institucionalizado combate o que não entende e o que o
confronta; assim, o nosso guia espiritual (Espírito Santo) concebe uma comunidade entre
pessoas unidas e o foco não é apenas o serviço religioso ou ritual mantendo as vidas como
expectadores, mas a formação de pessoas fiéis a Deus, à Palavra, que combatam aparentes
relacionamentos superficiais que tornam as pessoas isoladas umas das outras, disputando
poder, atenção e influências às suas necessidades individualistas.
Quando a instituição impõe compromissos e necessidades, há falsas expectativas que frustram as
pessoas, onde a grande ilusão é o excesso de formalidades, que provoca acepção, falta de reflexão e
mercantilismo religioso; o amor e sentimento de partilha são substituídos por exclusividade e
permanência à submissão das lideranças eclesiais, aonde se confunde o planejamento organizacional
com o saber dos propósitos providenciais e proféticos divinos.
O projeto de Deus sempre prevalecerá a despeito de desmandos e desvios ministeriais.
(Acesse estudo: http://www.discipuladosemfronteiras.com).
A questão não está no lugar onde se frequenta, mas na forma de relação entre as pessoas.
Só se aprende a ter discernimento, quem quer viver de forma agradável a Deus, seguindo a
Jesus. Não podemos medir nossos valores espirituais pessoais pela opinião dos outros; precisamos
redescobrir um padrão de vida aonde possamos agir como o próprio Deus, que pelo sacrifício pessoal
libertou vidas.
Geralmente o sistema religioso institucionalizado combate o que não entende e o que o
confronta; assim, o nosso guia espiritual (Espírito Santo) concebe uma comunidade entre
pessoas unidas e o foco não é apenas o serviço religioso ou ritual mantendo as vidas como
expectadores, mas a formação de pessoas fiéis a Deus, à Palavra, que combatam aparentes
relacionamentos superficiais que tornam as pessoas isoladas umas das outras, disputando
poder, atenção e influências às suas necessidades individualistas.
Quando a instituição impõe compromissos e necessidades, há falsas expectativas que frustram as
pessoas, onde a grande ilusão é o excesso de formalidades, que provoca acepção, falta de reflexão e
mercantilismo religioso; o amor e sentimento de partilha são substituídos por exclusividade e
permanência à submissão das lideranças eclesiais, aonde se confunde o planejamento organizacional
com o saber dos propósitos providenciais e proféticos divinos.
O projeto de Deus sempre prevalecerá a despeito de desmandos e desvios ministeriais.
(Acesse estudo: http://www.discipuladosemfronteiras.com).
lançamento do livro Nova Reforma Protestante, adquira pelo site http://tinyurl.com/3thatkt impresso e ebook